domingo, 7 de outubro de 2012

ESPECIAL "BATMAN ARKHAM ASYLUM/CITY" (análise)



O primeiro game da dupla implacável B. A. Asylum e B. A City nos mostrou um novo lado dos games de aventura e ação como nunca vistos antes. Gêneros muito banais na atualidade, ganharam exclusividade de qualidade com esses dois ótimos títulos, mostrando que com força de vontade e dedicação, pode-se nascer um game diferente e único.
O game começa com o término de mais uma de muitas caçadas ao poderoso chefão, o Coringa. Entretanto, nosso herói desconfia dos planos do vilão por ter dado uma colher de chá para Batman, resumindo que Coringa tenha mais uma carta na manga e irá usá-la quando menos se espera. Suas especulações estavam corretas, e o engraçadinho resolve bater o horror no hospício de Arkham city, libertando e persuadindo todos os mau-feitores da prisão para vilões super-poderosos de Gothan.
Por mais que as pessoas digam que o enredo não é dos melhores, na minha humilde opinião, eu acredito ser um ótimo enredo, minha justificativa é por não ter um enredo parecido nos filmes atuais, nem em séries de TV, esse tipo de enredo é bom para jogos curtos, que cheguem ao ponto depressa e não queiram saber de enrolação para chegar ao objetivo final, o desfecho da trama. Fazia muito tempo que não via um enredo desses.

De forma mais que grandiosa, o Game retrata o suspense de Arkham, seguindo a mitologia dos quadrinhos, gloriando o maior dos heróis, o homem-morcego. Resgatando vilões da época dos quadrinhos, cativa o público adulto como nunca antes visto. A ambientação é magnífica, e bastante imersiva, deixando em nossas mão a verdadeira sensação de controlar o poderoso Batman. 


Com os gráficos não é diferente, texturas muito bem trabalhadas e um design de personagens muito bem feito, realçando os músculos de todos os personagens, incluindo mulheres. A sensação de insanidade e um cenário urbano totalmente poluído e dominado pelo caos são constantes no desenrolar. Outro fator excepcional é a movimentação da capa, aparentando ser de borracha. Seus movimentos são fluídos e naturais, assim como os golpes desferidos pelo herói. Como as sombras ocupam grande parte do game, detalhes gráficos podem passar despercebidos aos olhos, e os malditos Bugs é claro, não podiam deixar de invadir o game, tanto em problemas na inteligência artificial como em erros de sincronia de diálogos entre os personagens.
( infelizmente, alguns serrilhados gráficos estão presentes na versão de PS3 do game. )



Mais um fator especial do game, percebido pelos fãs mais antigos, é a direção de dublagem, onde se encontram personagens antigos do desenho animado como Mark Hamill(coringa) e Kevin Conroy, que dubla o morcegão desde 1992. 






Seguindo o significado do herói, a mecânica do game foca-se em fatores simples: Passar despercebido por ambientes, armar uma estratégia para desferir golpes nos seus inimigos, e utilizar o máximo possível seus apetrechos de Batman, afinal, é pra isso que eles servem. 
A princípio, o sistema de combate parece rápido demais e um pouco infantil, mas ao seguir o game, com a chegada de inimigos armados, o jogador percebe que não é fácil detonar ondas de inimigos, mesmo sendo o Batman. É preciso pensar com cautela antes de sair dando pontapés em meio à tudo e todos.




Sendo facilmente um dos melhores(se não o melhor) jogos do ano lançado, o game segue uma linha de qualidade vista em poucos jogos da atual geração, uma incrível produção, com características únicas e singulares, o game define e diferencia o rumo da franquia que antigamente só decepcionava com jogos mal-feitos e sem profundidade.




BATMAN - ARKHAM CITY:






Sendo facilmente superado tecnicamente pelo titulo seguinte, Batman  arkham Asylum  foi colocado no chinelo por seu recente irmão, Arkham City.
Com enredo pouco modificado, a cidade de arkham foi cercada e transformada em um mega presídio em uma parte de Gothan.
Com a difícil missão de superar seu irmão mais velho, arkham city alcançou seu objetivo com muita glória e dedicação ao produto, seguindo com pontos fortes e características únicas do título anterior, melhorando os pontos fracos e adicionando fatores dignos de elogios no novo game da série. (dupla)
Os gráficos são realmente incríveis. Lembre-se de todos os quesitos gráficos do primeiro jogo, com tudo do bom e do melhor, agora melhorados, e variedade de cores no cenário. A grande Arkham ganhou um visual pouco alterado mas em compensação, muito mais vibrante. Com cores em Outdoors iluminados, movimentação fluida e texturas mais trabalhadas como em peles, roupas, e detalhes nas ruas da cidade.
Outro fator adicional, foi a introdução do modo de jogo Open-World, o famoso mundo aberto. Devido às reclamações sobre a movimentação do personagem em meio aos corredores estreitos do asilo, a cidade inteira foi liberada para exploração ilimitada. 



 Com conteúdo disponível na loja On-line, a vida útil do game estendeu-se em muitas e muitas horas à mais para pura diversão do jogador. Ultrapassando com facilidade dois meses de duração. Isso inclui a campanha principal, as pegadinhas do Charada, os extras in-game, e os muito elogiados DLCs do game, que nos dispõe a Mulher-gato, Robin e Asa-noturna para controlar e efetuar missões paralelas aos do game. Com exceção da DLC da mulher-gato, que liga fios soltos na trama do morcegão aos da nova protagonista, similar ao modo Separate Ways, em Resident Evil 4.  


Fazendo a diferença em meio à tantos games da atualidade, a dupla B. A. Asylum e B. A. City são títulos exemplares e de extrema importância na nossa época, impossível deixar de jogá-los e não deixar de puxar o saco do game eternamente. Fazendo jus à soberania do morcegão em meio aos super-heróis, o game foi considerado, e é até hoje, o melhor game baseado em super-heróis de todos os tempos. 











quinta-feira, 4 de outubro de 2012

FANBOYS!! ESSA É PRA VOCÊS! e outros também... kkkk


ESTILO ASSASSINO...

Imaginem quão irado não seria ter as mesmas roupas e o estilo do assassino mais famoso dos Games!! 
Alguns pensariam: Roupas inspiradas em vídeo-games? Ah! que ME#*!! Deve sê uma porcaria de roupa, sem estilo, feita para ser motivo de risos nas ruas e parques da cidade. 
Não meu caro Noob, Essa não é a proposta da Volante Design ao lançar sua mais nova jaqueta inspirada no novo protagonista da série Assassins creed Connor KenwayA roupa tem diferentes tamanhos, e atualmente, só é encontrada em duas cores, tendo designs pouco alterados entre elas. 
Aparentemente, parece ser quente, devido ao tecido em que foi produzido, mas com sua variedade de zíperes e abas pode-se ajustar a jaqueta ao clima atual. 
Bom, depois de babar em todo o teclado e deixar a língua secar pra fora da boca...vamos ao que realmente interessa: O preço da incrível vestimenta. O site oficial da volante design está apresentando um preço levemente salgado, mas que vale à pena se economizado e bem guardado, afinal, é por uma boa causa!! O preço é de U$ 320. Topa? 














sexta-feira, 14 de setembro de 2012

DEAD SPACE







Isaac, avança lentamente pelo corredor. O frio da escuridão envolvente abate-se sobre o engenheiro espacial enquanto um barulho angustiante é ouvido ao longe. Isaac para por breves segundos, emoldurando o local em redor. De súbito um estrondo enorme; Falso alarme – era apenas uma velha lata. Ao contornar o corredor o ambiente fica ainda mais pesado. É possível sentir algo a passar por entre as condutas de ar, mesmo por cima da personagem, contendo a respiração abafada. “Que raio será aquilo?” – pensa Isaac. A resposta parece estar à distância de uma porta, ao bom estilo “ Survival horror”. Por fim esta abre-se. A ansiedade aumenta, e quando passa para a divisão seguinte a eletricidade começa a desvanecer. Munido apenas de uma arma, avança por entre a escuridão. Os raios azuis, provenientes do curto-circuito, deixam antever uma silhueta que se aproxima a grande velocidade. É a deixa para destroçar mais uma criatura horrenda daquele lugar dos infernos...
                                                                                               
                                                                                                                                        (Eurogamer)


Olhando por esse ângulo, parece até um fragmento de algum ótimo livro de terror, ou a sinopse de um filme "muuito" bom do gênero...Mas não. Se trata de uma das franquias mais idolatradas e famosas do gênero Survival Horror, seu nome, é Dead Space. 
Falando de uma das mais populares e bem sucedidas franquias de terror da atualidade, não há nada à reclamar. A trilogia segue um padrão de jogo e desenrolar muito rico e fino, que não eram vistos desde a época do PS1, daqueles que realmente nos davam muito medo quando menores.
O primeiro game foi lançado em  24 de outubro de 2008 e veio para botar medo no coração dos Gamers que tiveram coragem de jogar um jogo com um trailer até mesmo mais assustador que o próprio desenrolar da trama...Confira abaixo...











Como sendo um título da EA, pode-se resumir que é um ótimo jogo, e realmente, esse game causou muita polêmica dentre os Gamers por seus aspectos singulares de terror e ótimo método de nos botar medo antes de dormir, principalmente com Head-sets e com as luzes da casa desligadas. 
Com o auxilio da produtora "Redwood Shores" para desenvolvimento do game, o título soube explorar todos os sentidos do ser-humano e com um ótimo empenho e esforço, nos fez sentir medo da forma mais científica possível. Como todos sabemos, os fatores para se ter uma boa experiência assustadora são muitos, todos inclusos neste game de primeiríssima qualidade. Músicas aterrorizantes, cenários amplos e com excesso de detalhes, uma fiação elétrica caindo aos pedaços e cenas fortes de morte e mutilação. 
Variedade também é essencial para um bom título, e neste em especial temos uma vasta gama de inimigos e cenários no desenrolar do game, um susto diferente à cada quarto ou corredor ultrapassado. A quantidade de monstros e transformados que saltam em você e aparecem de todos os lugares da nave do game é realmente incrível, sendo assim, nada é enjoativo. Outro aspecto indispensável de um bom game, é sua trama e história, para um bom desenvolvimento temos que estar ligados em alguma enredo para ajudar à nos prender ao jogo. Dead space possui uma trama muito boa, que combina perfeitamente com sua música tema: "Twinkle Twinkle little star". Uma música infantil americana que encontramos no game. 
("a estrelinha", é representada pela nave em que Isaac tem de investigar uma possível falha em seus mecanismos internos...)













A história de Dead space tem como protagonista o engenheiro espacial Isaac clarke , ele é designado para investigar uma nave especializada em mineração intergaláctica que pifou no espaço sideral e precisa voltar ao trabalho e bom funcionamento. Antes do estranho fato a Concordance Extraction corporation  percebe um sinal de alerta vindo da mesma nave. Isaac e seus dois companheiros vão em mais uma missão de rotina, mas como em toda trama de terror, tudo muda ao perceberem algo errado e fora dos padrões normais de trabalho. O nome da nave é Ishimura, e tem como função extrair minerais de pequenos planetas e grandes asteroides do espaço.  Seu principal objetivo é, claramente, explorar todos os cantos da nave e conseguir o máximo de informações da queda da nave, somente com o auxílio de ilusões gráficas de seus superiores pelo pulso. 
O game mostra explicitamente um descaso total para com a interação dos personagens. Como não possui cut-scenes, o game perde uma grande parte da força em envolvimento com o enredo. 
Em todo o jogo, o principal protagonista, por mais incrível que pareça, não fala nada! Ele apenas berra quando é pego pelas criaturas mas tirando isso...ele não diz uma palavra. 
O game possui também os bons e velhos Puzzles, o que também ajuda em bons games, com a cabeça quase explodindo de tanto sangue na tela, uns exercícios de raciocínio e rapidez quebram o ar de suspense e tensão que as muitas perseguições causam no jogador...ou não...


Esta foi uma boa resumida do primeiro game da franquia, o que define toda a trilogia, tendo poucas modificações em seus sucessores, como gráficos e cenários. Sua mudança mais radical é seu terceiro título. Não comercializado ainda, o título está em produção e pelo que podemos ver, como TODO o bom game de terror, infelizmente parece ter perdido uma boa parte do terror. Mais pro lado de Lost Planet























sexta-feira, 3 de agosto de 2012

TIROTEIOS, AÇÃO REPENTINA E MUITA SENSUALIDADE!






"Boquiabertos", esta foi a expressão com que ficaram a maioria dos jornalistas quando viram a bela, sensual, deslumbrante, curvilínea e arrebatadora Bayonetta. Ela desfilava perante os olhos esbugalhados de quem estava presente, num vídeo CGI onde ela contracenava com outra personagem do jogo. Ângulos de câmara propositadamente provocantes, mostrando os dotes físicos desta beleza virtual.
Depois desta excitação inicial, vou ao que mais interessa, que é o jogo em si. Antes de mais, não poderia deixar de referir as profundas semelhanças deste título com Devil May Cry. É praticamente uma cópia chapada, à primeira vista. Mas tudo isto já todos nós sabemos, não fosse o homem por detrás destes dois videojogos Hideki Kamiya.


Realmente é tudo muito parecido com Devil May Cry, desde a ação, os vídeos, a movimentação e até os cenários. Será isto mau? Por um lado acho que sim, mas ao mesmo tempo penso que até será bom. Devil May Cry sempre foi conhecido pela sua excelente   jogabilidade, ação e adrenalina. Agora com Bayonetta a fórmula mantém-se, sendo agora uma personagem feminina com um semblante que deixa nervoso o mais sério dos homens.
Bayonetta é uma bruxa que esteve à dormir durante muitos anos. Acordou num mundo desconhecido e não se recorda do seu passado. Ela luta contra anjos com formas estranhas. Estes não têm aparência de anjos, apesar de possuírem um corpo normal, estas criaturas têm uma cabeça um pouco aterradora...
 Um dos jornalistas presentes na apresentação perguntou o porquê deste aspecto, a resposta foi que não tinha sentido combater criaturas com um aspecto angélico, tiveram que pensar numa forma de as tornar temíveis, o resultado, foram criaturas com cabeças estranhas e ameaçadoras.


"Minha nossa, que flexibilidade."
A história deste jogo gira à volta de Bayonetta e a sua falta de memória, juntamente com a de Luka, que testemunhou a morte do seu pai quando ainda era uma criança. Aparentemente, Bayonetta foi a assassina. Como seria de esperar, a história destes dois personagens é um misto de ódio e amor, como mostram as Cut-scenes. Numa sequência cinemática durante a apresentação, Luka é rodeado por inimigos que não consegue visualizar. Bayonetta estava presente, apesar de Luka não a conseguir ver. Ele apenas consegue sentir o mesmo cheiro que estava presente no dia da morte do seu pai, atribuindo esse mesmo cheiro à presença de Bayonetta. Ela é uma espécie de anjo da guarda de Luka, salvando-o dos ataques dos inimigos mesmo sem ele saber.O interessante é que a única maneira de Luka visualizar Bayonetta é através dos espelhos.


Depois da cut scene veio o que mais estava à espera, a ação. Durante o carregamento dos níveis temos a oportunidade de ir treinando os combos, útil para a aprendizagem e para ajudar a passar o tempo de loading. Bayonetta possui um arsenal de movimentos bem impressionante. Executa tudo com uma rapidez e fluidez incrível, criando uma sensação de poder sobrenatural. Esta tem também ao seu dispor duas armas nos tornozelos e duas nas mãos. Também possui vários poderes mágicos como a capacidade criar uma guilhotina que decapita os inimigos e até a temível máquina de tortura Dama de Ferro (Iron Maiden) que faz jorrar sangue por todos os lados.
Como seria de esperar, todo este arsenal disponível é um convite para a execução de combos, estes são de fácil execução mesmo para os mais novatos. Alguns podem ser executados ao calha, mesmo sem sabermos quais os botões a pressionar. Quando aniquilamos os inimigos, estes largam uma aura que serve para adquirir novas armas e até fazer upgrades, sendo este um aspecto importante para a progressão no jogo.

Mãos e tornozelos artilhados até aos dentes.
Voltando ao ponto inicial, sim, volto a falar sobre a beleza de Bayonetta. Visualmente estamos perante um jogo bonito, com muita cor, bons efeitos de luz e com cenários bem construídos, fazendo lembrar Devil May Cry. Mas notam-se algumas texturas algo fracas, com pouca resolução e com pouco detalhe. Os inimigos e bosses estão bem recriados, com boas texturas e alguns pormenores interessantes ao nível da sua movimentação. Agora em relação a nossa querida Bayonetta, estamos perante uma incrível representação virtual da beleza da mulher. Como já tinha referido, esta está simplesmente deslumbrante, com uma movimentação sensual e umas curvas de cortar a respiração.



Depois da demonstração aos jornalistas, tive a oportunidade de experimentar a demo (versão Xbox 360). A imagem era limpa e corria com uma fluidez impressionante, sem uma única quebra de "frame rate". Infelizmente não estava disponível uma versão PS3 para comprovar pessoalmente se o que foi adiantado recentemente é verdade ou não. Segundo esses mesmos relatos, a demo PS3 está com problemas de fluidez e com uma imagem algo embaçada.


(Bayonetta foi lançado em 08/01/10)


(Fique por dentro do mundo Gamer também em http://www.eurogamer.pt)




terça-feira, 31 de julho de 2012

DESEMPENHO GRÁFICO AUMENTADO!



Para quem procura uma nova placa de vídeo para seu computador, eis uma dica importante: Espere. Segundo rumores, a AMD está prestes a lançar seu novo componente gráfico de alto desempenho, a Radeon HD 7990, já no próximo mês. Para quem acompanha as novidades no mundo dos hardwares, a notícia pode chamar a atenção, uma vez que o produto havia sido prometido para o mês de junho. Contudo, a AMD não conseguiu cumprir a data proposta, mas deve corrigir esse atraso entre os dias 15 e 19 de agosto, quando ocorre a Gamescom, tradicional evento de jogos que acontece na Alemanha. De acordo com a revista VR-Zone, é nessa feira que teremos a placa com dois GPUs chegando oficialmente ao mercado.Se você não entende o porquê de tanta expectativa em torno desse lançamento, saiba que a AMD Radeon HD 7990 era aguardada por jogadores do mundo inteiro por conta de suas configurações de ponta. São 6 GB de memória — três para cada núcleo —, além de quatro conectores de energia de 6 pinos e controlador PLX PCIe 3.0.É claro que, com a suposta aproximação, a preocupação quanto ao preço da placa gráfica se intensifica. Até o momento, não há nenhuma informação sobre o valor da novidade, o que serve de incentivo para a especulação. Levando em consideração que o modelo HD 6990 custa entre US$ 700 e US$ 900 — ou seja, entre R$ 1.433 e R$ 1.843 na cotação atual —, podemos esperar algo acima disso.






                                                                                                            (Leia mais em:Tecmundo)







NOVO TABLET HÍBRIDO!!




Embora os dispositivos móveis tenham se mostrado uma ótima alternativa para jogos, principalmente por conta dos ótimos preços cobrados nos aplicativo, usar um controle digital não é a melhor das experiências, principalmente porque você esconde parte da tela com sua mão. É por isso que a Wikipad decidiu criar não somente um tablet, mas também um joystick especial para que você possa aproveitar o melhor de cada game.

Batizada de Wikipad (sim, a criatividade passou longe dessa vez) , a novidade traz uma tela de 10,1 polegadas com resolução de 1280x800 pixels e pesa somente 560 gramas. No entanto, o que realmente chama a atenção é a configuração. De acordo com o site Venture Beat, o equipamento traz um processador NVIDIA Tegra 3 T30 quad-core de 1,4 GHz e 1 GB de memória RAM DDR2, além de 16 GB de armazenamento.

A página ainda afirma que o tablet já virá com o Android 4.1, o recém-lançado Jelly Bean, e sua bateria terá autonomia de até seis horas de uso contínuo em games ou oito com vídeos.Outro grande destaque do Wikipad é o acessório que acompanha o dispositivo, transformando o aparelho em uma espécie de video game portátil, adicionando botões e alavancas analógicas físicas nas laterais. A disposição desses botões é bem semelhante ao que acontece nos controles do PlayStation 3 ou Xbox 360, deixando tudo mais simples para quem já está acostumado com essas plataformas, ainda que os gatilhos sejam mais parecidos com o console de Microsoft.Por enquanto, ainda não há nenhuma previsão para o lançamento do Wikipad, ainda que o presidente da companhia homônima, James Bower, tenha afirmado que pretende fazer com que o tablet chegue ao mercado ainda neste ano.






                                                                                                                (Leia mais em :Tecmundo)



                                                                                             

sábado, 21 de julho de 2012

TERROR À MODA ANTIGA


Alguns gêneros de jogos, com o tempo, mudaram seu estilo de entreter os jogadores, tanto é o caso dos jogos de terror. Com o avanço da tecnologia, os diretores estão aderindo ao gênero predominante da época e mesclando em seus jogos, fazendo-os perderem sua originalidade e deixando jogadores antigos e fiéis desapontados.
Os exemplos se baseiam em Dead Space, Silent Hill, Resident Evil e Fear, franquias que no passado eram soberanas, agora perdem seus títulos para jogos mais atualizados e empolgantes como alguns FPSs.
Os gráficos horríveis, os sons bisonhos e a jogabilidade mais velha que a Derci Gonçalves não importavam quando pegávamos o Joystick e começávamos a jogar nossos jogos mais aterrorizantes que existiam na atualidade no Playstation 1, muito pelo contrário, a tentativa de nos agradar com gráficos e sons estranhos só pioravam a situação do sujeito na jogatina e aumentavam a adrenalina.

                                                  


Apenas alguns jogos, não tão antigos assim, nos agradam e conservam o ar pesado e sombrio dos jogos antigos, preservando assim os sustos que nos jogavam da cadeira quando jovens.
Em um dia normal de férias de inverno, um velho amigo me chama a atenção no computador, ele me pede para assistir um vídeo no Youtube, e deixar o famoso "joia" no vídeo selecionado. O conteúdo do filme é intrigante, um ar tenebroso enche a tela, juntamente com árvores e um gramado típico de parque para lazer. Me interessei pelo game e procurei mais informações. Se tratava de um jogo de terror em modo Survival horror, um de meus estilos favoritos.

Seu nome é Slender, um Indie-Game desenvolvido pela Psicologic  Horror e criado por Mark J. Hadley, mais conhecido no Youtube por "Agent parsec". O vídeo viral foi posto no site com informações de jogabilidade e enredo, em uma única semana, o vídeo alcançou mais de 1,2 milhões de visualizações. A partir do momento da disponibilidade do game em sites de Downloads massivos, em junho deste ano, o game tem feito sucesso em PCs e MACs. O Game conta uma história baseada em fatos reais, uma lenda urbana retratada na Noruega e Japão, que assusta até hoje e amedronta marmanjos que saem à noite em parques e campos sozinhos ou na companhia de amigos.
O grande inimigo do game, Slender, o homem-magro e esguio, sem origem exata, possuindo uma capacidade desumana de esticar seus membros dianteiros a tamanhos absurdos, conhecido por raptar crianças e seduzir pessoas à caminho da morte. Atua à noite, geralmente próximos a rios e florestas, com árvores e névoa para se esconder após os ataques. Veste-se de terno preto e estica seus dedos, provocando a sedução e hipnotização devido aos movimentos em forma de dança caótica. Sem deixar pistas, o homem-Esguio arrasta suas vítimas, e as leva para lugares desconhecidos, desabitados. 

Caso sobrevivam, as vítimas são atormentadas por toda a vida com pesadelos envolvendo o alto homem, em seus próprios sequestros.
Você controla uma pessoa, mais precisamente uma mulher, equipada unicamente por uma lanterna pequena, necessitando a conserva de energia, desarmada e sem uma história própria, com o objetivo de encontrar um conjunto de 8 desenhos, aparentemente infantis no meio da floresta.
O fato da história ser desconhecida, nos faz pensar um pouco em enredos alternativos e possíveis causas desta mulher estar desarmada, numa floresta, em busca de uma lenda mundialmente conhecida e perigosa. Pode ser uma mãe procurando sua filha, ou quem sabe uma irmã, ou até mesmo uma criança sendo seduzida pela criatura horripilante em meio às árvores ao encontro de sua armadilha . Mas porque uma filha, ou uma irmã menor? Óbvio! Os desenhos à nós mostrados no desenrolar do game são visivelmente infantis. Ou feitos por uma pessoa em extrema pressa, ou desespero. Pode ser outra alternativa, que tal? É só pensar e usar a criatividade.

Com uma ótima brecha para um bom título, o produtor apenas criou um jogo de terror pobre e com enredo pouco desenvolvido. Deixando em nossas mão um game que presa em assustar os jogadores em ambientes escuros e com trilhas sonoras envolventes, apelando para o terror psicológico da pessoa. Seus gráficos são inferiores, porém aceitáveis, agradando à maioria dos gostos, com boas texturas, (principalmente em azulejos) ambientação ótima e um ar pesado de terror que não se via desde os tempos do Play1. O terror fica visível ao recolher o primeiro desenho, quando uma série de tremores começam a perturbar o jogador, dando a sensação de suspense e nervosismo. Automaticamente, Slender se aproxima devagar, perseguindo o jogador, chegando mais perto a cada desenho recolhido.


Slender: The Game cumpre seu papel, assustar. Com notas altíssimas em par de seu terror obscuro, análises feitas por especialistas ressaltaram seu estilo resgatado dos games antigos, um Survival Horror de primeira, acertando o coração do verdadeiro terror encontrado em games de peso dos anos 90. Na lista de continuações estão: Sanatorium, Hospice, Prison e Haunt. Este último em especial, é o mais bem trabalhado de todos, com gráficos melhores que os anteriores, texturas mais realistas, iluminação mais avançada e um enredo pouco desenvolvido, como de costume. Mas em minha opinião, o terror foi retirado em uma generosa porcentagem devido à atualização gráfica, em termos de suspense, os games antigos tiram de letra sobre este. Mas vale a pena conferir.




   
                                       





                 *A lenda é tão temida em alguns lugares e mundialmente conhecida, que algumas produtoras e estúdios decidiram investir nisso e filmar um longa baseado no mito, temos como exemplo "The Tall Man" e "A lenda urbana 2"  *




                                                               The Tall Man

                                 



Curiosidade: No Brasil existe uma lenda parecida, quase que uma "falsificação" da lenda original. (kkkkkk) O nome dela é "O homem do saco". Pois é! Aquele conto que nossos pais nos contavam para nos assustar e nos fazer não sair de casa à noite é baseada na lenda do Slender! (malditos!!...)